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O país não pode continuar a depender de um modelo extrativo concentrado que exclui a vasta maioria da força de trabalho jovem.
As estatísticas oficiais de emprego em Angola revelam uma realidade preocupante: mais de 50% dos jovens nas zonas urbanas estão excluídos do mercado de trabalho formal.
O atraso estrutural nas reformas e a dependência do petróleo geram um ambiente onde o potencial das novas gerações é desperdiçado em subempregos informais sem proteção social.